SKU: BO00028

Bomba de óleo Chrysler Stratus 2.5 V6 24V gasolina 1999-2001 motor: EEB

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Descrição

Aplicações : 

Chrysler Stratus 2.5 V6 24V gasolina 1996-2001 motor : EEB
Chrysler Cirrus 2.5 V6 24V gasolina 1995-1998 motor : 6G73

A bomba de óleo para o Chrysler Stratus 2.5 V6 24V (anos de 1999 a 2001), equipada com o motor EEB (que na verdade é o bloco 6G73 desenvolvido em parceria com a Mitsubishi), é uma peça de engenharia muito específica. Trata-se de um componente robusto, mas cuja reposição exige precisão absoluta devido à arquitetura compacta desse motor V6 em posição transversal.

Abaixo estão os detalhes técnicos, códigos de referência, sintomas de desgaste e cuidados cruciais para a manutenção e troca desta bomba:

1. Características Técnicas e Concepção

Arquitetura Dinâmica: A bomba é do tipo rotativa (engrenagens internas/trocoide), montada na dianteira do motor. Ela abraça a ponta do virabrequim e é acionada diretamente por ele (direct-drive).

Construção: A carcaça externa é feita em liga de alumínio fundido injetado sob alta pressão, abrigando o rotor interno e o externo em aço sinterizado.

Válvula de Alívio Integrada: Possui uma válvula reguladora de pressão com mola calibrada embutida na própria carcaça. Se a pressão subir excessivamente (especialmente na partida a frio), a válvula abre e desvia o excesso de óleo de volta para a aspiração ou para o cárter.

Vedação: A carcaça da bomba também serve como alojamento para o retentor dianteiro do virabrequim.

2. Códigos de Referência e Equivalência

O motor EEB do Stratus compartilha a base técnica com a família de motores 6G7 da Mitsubishi. Por esse motivo, as numerações de peças frequentemente transitam entre os padrões americanos e japoneses:

Código de referência Chrysler/Mopar: Associado à linha de montagem da plataforma JA (Cirrus/Stratus/Sebring).

Código de referência Mitsubishi: MD308627 (e variações da família de blocos V6).

Marcas no Mercado de Reposição (Aftermarket):

3. Principais Sintomas de Desgaste e Falha

Como esse motor V6 possui tuchos hidráulicos e quatro comandos de válvulas no cabeçote (configuração SOHC nas duas bancadas, acionando 24 válvulas), ele é extremamente sensível à oscilação de pressão de óleo.

Falta de Pressão em Quente: O sintoma mais clássico da bomba desgastada (com folga excessiva entre os rotores internos) é a luz de óleo piscar no painel quando o motor atinge a temperatura normal de trabalho (óleo mais fino) em marcha lenta.

Ruído Forte de Tuchos Hidráulicos: Se a bomba perder eficiência de vazão, os tuchos demoram para carregar ou descarregam facilmente, gerando um forte "tec-tec-tec" metálico no topo dos cabeçotes.

Vazamento no Retentor Frontal: Como o retentor do virabrequim é prensado na própria carcaça da bomba, o ressecamento da borracha gera vazamentos que contaminam a correia dentada, acelerando o risco de rompimento.

4. Cuidados Críticos na Instalação e Troca

A substituição da bomba de óleo no Chrysler Stratus 2.5 V6 é um serviço de alta complexidade e exige mão de obra qualificada:

Sincronismo e Correia Dentada: Para acessar a bomba, é necessário desmontar toda a frente do motor, incluindo as polias, o tensor e a correia dentada. É mandatória a substituição da correia dentada e do retentor dianteiro do virabrequim durante o processo.

Uso de Juntas e Vedadores: A face de contato entre a carcaça da bomba de óleo e o bloco do motor não utiliza junta de papel tradicional na maioria das montagens de reposição; utiliza-se formador de junta de alta performance (silicone cinza/preto de alta resistência química e térmica), aplicado em filete contínuo e sem excessos para não obstruir as galerias.

Inspeção do Pescador e Cárter: Ao remover o cárter para soltar o tubo coletor (pescador) da bomba, inspecione visualmente a tela do pescador. Motores V6 dessa época que usaram óleos minerais incorretos ou sofreram com trocas postergadas tendem a acumular borra, o que restringe a sucção.

Escorva Obrigatória (Prime): Nunca monte a bomba totalmente seca. Coloque óleo de motor limpo no interior dos rotores e gire-a manualmente antes de fechar a tampa. Isso garante que, na primeira partida, o sistema gere pressão instantaneamente, evitando o desgaste severo dos mancais de biela e bronzinas.

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